Caleiras, tubos de queda, coletores suspensos e enterrados e poços de bombagem, numa só rede. Em cada troço introduz-se só a área que entra nesse troço; o que vem de montante (e dos tubos de queda escolhidos) é somado automaticamente.
Intensidade: I = a·tb (curvas IDF da folha de cálculo, por região e período de retorno), em l/min/m².
Caleiras retangulares: Manning-Strickler com altura útil 0,7·h; caudal Q = C·I·A; altura da lâmina líquida para esse caudal (ao milímetro, como a macro da folha).
Tubos de queda: descarregador, Q = (α + β·H/D)·π·D·H·√(2gH) (Manual, expressão 144), com α = 0,453 (entrada em aresta viva) ou 0,578 (entrada cónica), β = 0,350, g = 9,8 m/s², H e D em m. Aplica-se com L ≥ 40·D e entrada em aresta viva, L ≥ 1 m e entrada cónica, ou sempre que a base não tenha acessórios que introduzam sinuosidades; nos outros casos, orifício Q = 0,5·π·D²/4·√(2gH), como na folha. A carga H é a lâmina da caleira (no máximo 0,6·D) ou um valor introduzido.
Coletores: Q = I·Σ(C·A)/60 l/s; Manning-Strickler; verifica Q < caudal a secção cheia (como na folha), velocidade ≥ mínima e força tractiva ≥ mínima (0,6 m/s e 1,5 N/m² por defeito). A altura de água, a velocidade e a força tractiva são calculadas no diâmetro escolhido, à altura real.
Os diâmetros nunca mudam sozinhos: quando uma linha deixa de verificar, aparece um aviso com as opções de mudar o diâmetro ou a inclinação.
Áreas já multiplicadas pelo coeficiente de escoamento (m²). Introduzido = tubos de queda + as áreas escritas nos troços. Chega ao fim da rede = o que sai pelos últimos troços. A diferença deve ser zero: um número diferente indica áreas esquecidas ou contadas duas vezes.